1. Mensagem de Dom Geraldo

2. A criação dos Regionais novo impulso diocesano

3. A presença significativa das comunidades religiosas

4. A mística da ação pastoral

5. O despertar pelas vocações

6. O trabalho social : Pastoral dos Migrantes

7. Plantai árvores

8. O diário de Dom Rey

9. A presença profética nas prisões

 

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 1.

BODAS DE PRATA: TODA A IGREJA EM FESTA

 

No dia 25 de Outubro de 1980, o saudoso Papa João Paulo II transformava a Prelazia de Guajará-Mirim em Diocese e nomeava seu primeiro Bispo Diocesano. Era a coroação do trabalho apostólico dos fundadores e pioneiros, Dom Francisco Xavier Rey, Dom Roberto Gomes de Arruda, dos Padres Franciscandos TOR, das Irmãs Calvarianas, e de todo o povo de Deus da Prelazia de Guajará-Mirim.

 

Portanto, no dia 23 de outubro de 2005, ao celebrar os 25 anos da Diocese e do Bispo, é toda a Igreja de Guajará-Mirim que esta em festa e deve ser homenageada: desde o Regional Sul (Colorado, Cerejeiras, Cabixi, Corumbiara e Pimenteiras), passando pelo Regional Centro (Costa Marques e São Domingos, S. Francisco do Guaporé, Seringueiras e S. Miguel do Guaporé) chegando até o Regional Sede (Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Surpresa, Sagarana), e todos os ribeirinhos e indígenas.

 

Esperamos congregar representantes de toda a diocese (nem que sejam poucos delegados, por causa das distâncias), com a presença de nossos 15 seminaristas maiores e 8 menores, com parentes e amigos vindos de perto e de longe, curtiremos a “Igreja que fomos”, nossa identidade, a “Igreja que somos”, nossa comunhão e a “Igreja que queremos ser”, cada vez mais “apaixonada por Deus e pelo Povo”, sob o olhar carinhoso de nossa Padroeira Nossa Senhora do Seringueiro.

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2. 

A criação dos Regionais

A criação dos Regionais com e a nomeação dos vigários episcopais deu novo impulso à organização e estruturação da pastoral na Diocese de Guajará-Mirim. As distâncias são enormes o que praticamente inviabiliza uma pastoral de conjunto. Com a criação dos regionais foi possível uma articulação melhor das pastorais por região. Outro aspecto importante se deu no campo da formação dos leigos pois, cada regional pode, de acordo com suas realidades priorizar os aspectos mais relevantes e urgentes para um bom encaminhamento da vida pastoral de sua área geográfica.

 

REGIONAL CENTRO
Pinturas artísticas nas Igrejas

    Chegando de Lima, no Peru, o missionário claretiano Pe. Cerezo Barredo esteve no Regional Centro para realizar três pinturas murais nas igrejas de São Francisco, São Miguel e Seringueiras. Este renomado artista sacro já tinha estado anteriormente em nossa diocese, pintando na Capela do Seminário, em Nossa Senhora Aparecida de Guajará, e a profética pintura de São Francisco em Nova Mamoré. Agora encerrou o processo de construção e enfeite destas igrejas do Regional Centro com três pinturas de notável valor artístico. Em Seringueiras, seguiu o tema das leituras do dia da festa de Cristo Rei, o Capítulo 25 de Mateus, pintando as obras de misericórdia. Em São Francisco, "Jesus e Francisco, companheiros da caminhada do povo", foi o tema escolhido. Enquanto um grande mural de Cristo Ressuscitado preside a igreja de São Miguel Arcanjo. Com certeza, estas expressivas pinturas religiosas vão continuar a catequizar o nosso povo pela vista, como o faziam os artistas da Antigüidade.

 

Santo Antônio do Guaporé

Esta pequena comunidade do Rio Guaporé vinha enfrentando problemas desde que em 1984 foi criada a Reserva Biológica do Guaporé. Já então a intervenção do Padre Paulo e de Dom Geraldo evitaram sua expulsão por parte do IBAMA, mas os seus direitos continuavam sem ser reconhecidos legalmente. Ultimamente a comunidade continuava a ser ameaçada, sendo tratados os seus moradores, nascidos e criados no lugar, como invasores da Reserva, com perigo de perder sua terra tradicional. Com ajuda da Diocese levantando documentação, da UNIR de Porto Velho, da ONG Ecovale e do Deputado Eduardo Valverde, ficou demonstrada a existência de Comunidades Remanescentes de Quilombola no Vale do Guaporé, sendo reconhecido como Santo Antônio do Guaporé.

 

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3.
  A presença das comunidades religiosas, masculinas e femininas, constitui um marco fundamental da ação evangelizadora em toda a Diocese de Guajará-Mirim.

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4.

A mística da ação pastoral

 

Primeira Fonte: A história pessoal


Ao olharmos para nossa vida, para nossa história, vamos perceber que ela tem as mais diversas matizes: alegrias, conquistas, vitórias. desânimo, fracasso, cansaço, desilusão, fragilidade, etc. São inevitáveis as perguntas: O que nos alimentou e sustentou nos momentos difíceis? Quem nos chamou apesar da nossa fragilidade e limitação?

O texto de Jo 1, 47-51, ajuda-nos a perceber quem nos chama, e por que chama: "Eu te vi debaixo da figueira" (refúgio de Natanael). Todos nós temos momentos de figueira: local de reflexão, de nos desnudarmos de todo o mal que nos aflige, etc. Na figueira percebemos nossos limites, o lugar em que ficamos com Deus sem o uso de máscaras. Cada um de nós encontra Deus que passa em nossa vida. Deus chama a gente sempre, principalmente nos momentos de desânimo ou desilusão, problema familiar, etc. A figueira nos ensina a perder o orgulho. "Quando sou fraco é que sou forte".

 

Segunda Fonte: A História do Povo

Lendo Êxodo 1, 15-22, percebemos que as primeiras a obedecerem a Deus foram as mulheres, a começar pelas parteiras do Egito. Por isso, quando se fala em resistência e forças femininas, devemos lembrar a história do povo. A força da mulher é comparada à força do povo alimentada por Deus: "verga que não quebra". A história do povo é cheia da presença de Deus. O povo tem muitas lições de vida, são manifestações religiosas riquíssimas que nos revelam a presença de Deus. Tentemos escutar estas experiências.

 

Terceira Fonte: O Companheirismo


Jo 15, 12-17, vem nos mostrar que a maior evangelização é o amor. Quando se gosta, não se tem medo da espontaneidade. Onde há concorrência e rivalidades, principalmente nas pastorais, não se leva a Palavra de Deus. Se não soubermos ser companheiros, é muito difícil viver.

 

Quarta Fonte: A Palavra de Deus

A Palavra de Deus é luz, não para ficarmos olhando para ela, mas para indicar o caminho e para enxergarmos os necessitados, que estão ao nosso redor. Eles são o espelho de Deus.

 

Quinta Fonte: A Prática de Jesus


A prática de Jesus é realizada através de sua espiritualidade libertadora.

 

Sexta fonte: O Mártires (Testemunhas da História)

Entregar a própria vida como testemunho foi o convite de Jesus
e tem sido a prática de muitos em todos os tempos.

 

Sétima Fonte: Sintonia com a natureza

Tudo que é vivo foi criado por Deus. Devemos ter respeito à vida
nas mais diversas formas (biodiversidade)

 

Oitava Fonte: O Sonho, a Utopia, a Esperança

O sonho faz parte da vida de cada pessoa humana. O sonho é um alimento para a esperança. Ele impulsiona, orienta a caminhada. A história humana é carregada de utopia. A utopia de Jesus Cristo é o Reino de Deus.

 

Nona Fonte: A Doutrina Social da Igreja

O símbolo desta fonte é a carta Magna "Gaudium et Spes"(Concílio Vaticano II). Este documento nos lembra desde o princípio que as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos devem ser as mesmas, sobretudo dos pobres e dos que sofrem (GS 1).

 

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 5.

O despertar pelas vocações

O crescimento do número de candidatos ao ministério ordenado tem sido motivo de alegria em nossa diocese. No Seminário Menor "São Maximiliano Maria Kolbe", que tem como Reitor o Pe José Élio Dukievicz, são oito candidatos ao propedêutico em Maringá. Na Filosofia são nove e na Teologia seis, perfazendo um total de vinte e três seminaristas.

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 6.

Pastoral dos Migrantes
"Eu era migrante e Tu me acolheste"

"Cristo aponta para a Amazônia"

 

    A missão das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeu Scalabrinianas, está a serviço da Pastoral dos Migrantes nesta diocese desde o ano de 1999.

    Podemos dizer que a grande maioria da população da Diocese de Guajará-Mirim é formada de ribeirinhos, indígenas, migrantes e imigrantes.

    A Diocese está localizada na Fronteira com a Bolívia, isso significa que a mobilidade humana é uma constante na realidade desta região. As situações de fronteiras são pontos de partida e de chegada e podem constituir ocasiões de diálogo, de encontro e de realização de sonhos de melhores condições de vida.

    A Pastoral dos Migrantes, integrada no Plano de Pastoral da Diocese faz um serviço de acolhida, de atender e encaminhar o imigrante e migrante na conquista da cidadania, por meios legais para conseguir a legalização da documentação e outras necessidades básicas da pessoa especialmente saúde, emprego e educação.

    A preocupação da Pastoral é organizar e planejar atividades com migrantes, afim de que eles possam conservar as raízes culturais e religiosas na trajetória da migração.

Irmã Glória Dal Pozzo
Coordenação da Pastoral dos Migrantes

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7. PLANTAI ÁRVORES!

    Enquanto hoje chovia bonito, eu lembrei desses meses atrás, quando todo o mundo ficava assustado e revoltado, pois por toda parte o fogo se alastrava, pelas matas e pelos pastos, matando reses, queimando cafezais e reservas. Os olhos doendo e a fumaça impedindo-nos de respirar livremente.

    Ao final começou a chegar a chuva, bênção de Deus! E a terra recuperando-se e reverdecendo, ao mesmo tempo em que também acalmando-nos e sossegando. As águas lavam também nossa alma e retornam a vida sua fertilidade.

   

    Olhando para a roça, o lavrador já pensa no plantio e na fartura da colheita prometida. Os rios recuperam o nível de seus amplos leitos, finando sua penúria. E os povos das águas sem do seu isolamento, enquanto o peixe entra no período de reprodução e da fartura dos igapós.

    Bênção de Deus é a chuva! Já diziam os antigos: "Agricultores: plantai árvores, pois eles crescem enquanto vocês dormem!" E as árvores preservam a riqueza indispensável das águas e mananciais, que são a vida da terra e de nós mesmos.

Salmo 127, 1-2

"Se Javé não constrói a casa,

em vão labutam os seus construtores,

se Javé não guarda a cidade,

em vão vigiam os guardas.

É inútil que vocês madruguem

e se atrasem para deitar,

para comer o pão com duros trabalhos:

aos seus amigos, ele o dá enquanto dormem!"

 

Pe. Josep Iborra Plans,

Missionário Claretiano em São Francisco do Guaporé

Comissão Pastoral da Terra (CPT – RO)

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 8.

16.10.33 – Agradeci os juizes da Festa oferecendo-lhes uma modesta estampa de Sta Terezinha.

17.10.33 – A repartição de água no Colégio vem funcionando desde ontem. Com 1 hora cada, pela manhã enchem-se os tanques, os quais dão bastante água durante o dia todo efetuando-se o escoamento numa única fossa comum. Fui no Coletor Federal, o sr. Fraga Dias, pedir-lhe um atestado sobre as nossa obras, mais formalidade necessária em vista de requerer subvenção do Governo Federal.

18.10.33 – Aniversário natalício do Intendente Sr. Manoel Boucinhas de Menezes, o qual não passou despercebido dos seus administrados. Pois é este o último ano da sua função. Eis porque constitui-se uma comissão organizadora, a saber: Fraga Dias, Miguel Ribeiro, as 3 professoras das Escolas Reunidas, no intuito de homenageá-lo condignamente com grupo de amigos. Às 5 horas alvorada pela banda musical perante a residência do Intendente.

Às 8 horas Missa cantada pelas Escolas Reunidas. Logo depois, na Intendência, aposição do seu retrato, obra prima do artista Parra. Discurso do Dr. Tancredo, oferta de flores e de votos pela aluna Francisca Bezerra do Colégio Sta Terezinha. Vários cantos pelas alunas das Escolas Reunidas, oferta de um presente pelo comercio. À instrução, louvando os esforços do corpo professoral, pelas melhores feitas, porém reconhecendo que ficava ainda muito para fazer e afirmando categoricamente que punha as suas esperanças as mais fagueiras no Colégio Sta Terezinha da Prelazia. Encerrou-se a festa com um discurso da professora Haydée de Oliveira declarando por fim fundada a "Escola Noturna" Boucinhas de Menezes, cuja direção será assumida pelas 3 senhoras amazonenses. Na saída da sala bateram-se várias fotografias e formou-se o cortejo para acompanhar o festejado até a sua residência, onde a música continuou a tocar enquanto com o P. Paulo, nos retiramos. À noite chegou o seguinte telegrama de S. Paulo: "Comunico chegada Albi Dom Luiz, Maria Galibert Cassiano, Américo, viagem boa. Superior geral manda recusar meninos filhos pais não casados. Pe Ignácio". Quando participei a notícia a Turíbio Vilar, o menino interessado, ficou triste.

19.10.33 – Pelo correio, só uma carta do Padre de Riberalta, autorizando-nos a exercer nosso ministério em Villa Bella e em Cachuela Eperanza.

20.10.33 – Às 8 horas missa cantada pelo Colégio Sta Terezinha. Às 10 horas catecismo. Às 11 horas ensaio de canto "Missa de Requiem". De noite Kermesse que rendeu 27$000. Mantem-se por principio, a fim de acostumar o povo.

23.10.33 – Às 7 horas, com Mestre Jorge Trifiatti saiu para Vila Murtinho o Revmo. P. Paulo. De volta deve parar em Lages, em Pau Grande e em Yata.

24.10.33 – Ao único pedreiro que trabalha na Igreja, junta-se outro, um rapaz novo, em trânsito aqui, do Acre para S. Luiz de Cáceres e Corumbá. O qual aliás fez boa impressão, desde o princípio. Tenciona passar aqui uns quinze dias, esperando a subida da lancha para Vila Bela de Mato Grosso. Com as doenças de gripe e paludismo, vão se multiplicando, sobretudo durante a ausência do Cel. Saldanha, as receitas e visitas a domicilio.

25.10.33 – Comprometi-me para tratar uma menina cega sifilítica do Sr. Benedito Amaral, mediante alguns dias de trabalho, que este fará nas obras da Igreja. Compromisso, alias, que ambas as partes começaram a realizar hoje. Concluí o relatório, o balancete do movimento administrativo da Prelazia e Colégio, entre atestados e procuração a serem enviadas ao nosso procurador, o Dr. Lopes Martins, em vista de pedir um auxilio do Ministério da Educação e Saúde Pública. Selos e papel não me custaram menos de 25$000.

28.10.33 – Cada manhã depois da Missa, tratamento, em casa, de vários doentes, soldados, roceiros, etc... e injeções diárias. Pelas 4 horas da tarde voltou o P. Paulo, de sua desobrigada ao longo da linha, resultado: 4 casamento, 5 batismo e mais 30 comunhões. Achou-se muito satisfeito pelo acolhimento simpático da população. Grande temporal. O raio caiu por 3 vezes no meio de nós, na residência da Prelazia! Porém saímos salvos por uma especial proteção Divina.

29.10.33 – Festa do Cristo Rei. Comunhão da filhas de Maria. Missa solene cantada pelo Colégio Sta Terezinha. Pela tarde, catecismo na rua Guaporé. Confissão de um doente, em casa.

De noite benção, Kermessezinha. F. Theófilo anda adoentado, porém depois do tratamento, teve sensível melhora.

01.11.33 – Todos os Santos. Missa solene cantada pelo Colégio. Houve pouca assistência por causa da chuva. Não mais que as outras festas de guarda, está não foi feriado pelos trabalhadores, pelo começo, pelo mundo oficial. Deus tomará conta. Fui plantar uma Cruz no túmulo do Finado Luiz da Coluna.

02.11.33 – Dia de finados. Missa de Réquiem cantada solenemente pelas alunas do Colégio Santa Terezinha. Pela tarde a gente foi no cemitério individualmente. Eu fui chamado junto de doentes. Padre Paulo foi dar a "absouti" e benzer os túmulos. Chegou o trem sem correspondência.

03/4.11.33 – Preparei toda a correspondência para os pais das alunas do Rio Guaporé, o Cel Saldanha, o Pe. Ambrosio de quem recebi uma carta lastimando o fracasso de minha viagem projetada. Ficou resolvido que as alunas tomarão férias aqui mesmo. O Capitão Aloísio pediu-me telegrama a responder se o estado do Tte. Cassiano é grave. Respondi que não havia perigo, e de fato, durante a noite o Tte. melhorou. O Pe. Paulo, incomodado, purgou-se...

05.11.33 – Tratei muitos doentes. O Pe. Paulo reuniu a irmandade do Apostolado que veio numerosa. Detalhe interessante: relataram que uma menina tinha ameaçado Dª Alice de lhe fechar a boca com o leque se a abrisse para cantar. Sic! E porque? Coitada! Incomprehemsibilis est mulier!!! Felizmente, esta noite, Dª Alice cantou mais do que nunca a nada lhe aconteceu.

06.11.33 – O tenente Cassiano piorou. Foram chamar o Dr. Mendonça. Passei a maior parte do dia tratando de doentes. Um moribundo que chegou ontem do Pacaas Novas pedindo receitas, foi confessado e ungido pelo Pe. Paulo e faleceu hoje.

08.11.33 – Pelo correio recebi uma carta do Revmo. Superior Geral da França pela qual me confirma suas felicitações telegráficas a respeito do internato Sta Terezinha. Carta do Américo Guerra despedida antes de partir para a França. Carta do Pe. Francisco, a narração dos acontecimentos de "Tanque Novo" que acabou arrasado, fuzilado, incendiado por 200 soldados armados com 5 metralhadoras. Bem valeu aos Padres a vitória da policia, pois os fanáticos de "Tanque Novo", tinham resolvido, de exterminar todos os incrédulos da nova religião, entre as quais evidentemente em 1º lugar os Padres. Mas Deus vela!

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9.

Em seu ministério episcopal nosso pastor dom Geraldo sempre teve um carinho especial pela pastoral nos presídios.

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